PENSAMENTOS: Uma Dávida Divina

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UMA DÁDIVA DIVINA

(soneto)

Lisboa urbe velhinha, sagrada,

Bem cuidada de beleza e magia,

Fora por Ulisses enfeitiçada

Adornando-a de paz e harmonia.

Teus campos de beleza adornados

Temperados por clima invejável,

Fostes um universo de retornados,

Um centro de afeição inigualável.

Por magos à beira-mar demarcada,

Surgiu retângulo sagrado, divino,

Para se tornar estrela encantada.

Da paz, em doce paz, fizeste um hino,

Notável poesia consagrada,

Ao prestígio dum povo genuíno.

05JAN2018

PROSA

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